Vacinação: uma forma prática e segura de evitar doenças!

Avanços na pesquisa de vacinas, possibilitando a prevenção de um número crescente de doenças fornecidas a crianças, adolescentes e até mesmo adultos com uma condição de saúde mais segura. Várias doenças que ameaçam ou ameaçam a vida foram extintas ou estão em perigo de extinção e, em relação a outras, têm sido capazes de controlar mais e mais eficazmente. Como exemplo, podemos citar a varíola, sarampo, poliomielite e meningite causadas por uma bactéria chamada Haemophilus influenzae tipo B. A história recente da medicina revela uma verdadeira revolução causada pela vacina.

Em 2018, a nova vacina contra o rotavírus, vírus que causa diarréia, especialmente em crianças, foi disponibilizada no Brasil. Quase todos os anos há novas vacinas ou melhorias nas vacinas que já existem.

Para que as crianças sejam protegidas, não só de receber todas as doses recomendadas de vacina disponíveis, mas para isso é necessário que seus irmãos, pais, avós e outras pessoas com as quais tenham contato também estejam em dia com as vacinas. Quando administramos uma vacina, o nosso filho não só estará em risco de contrair a doença, como, se ficar doente, poderá transmitir a doença a outras crianças ou adultos. Portanto, vacinar nossos filhos ou netos ou filhos sob nossos cuidados é uma responsabilidade social, um dever como cidadãos.

A vacina contra a rubéola deve ser dada à mulher antes da gravidez, e ela deve esperar pelo menos 30 dias para engravidar. Durante a gravidez, ela pode receber a vacina contra o tétano e a gripe nos meses que antecedem o inverno. A vacinação da criança começa antes do nascimento, pois a mãe deve ter suas vacinas, especialmente contra a rubéola e o tétano.

Mais recentemente, a Sociedade Brasileira de Pediatria incluiu a vacina oral contra rotavírus, a primeira dose entre 6 e 14 semanas de idade e a segunda dose entre 14 e A vacina ainda não está liberada para execução após seis meses.

Os profissionais de saúde devem aconselhar com todas as vacinas disponíveis no mercado para que as famílias possam optar por usá-las.

Atualmente, existem vacinas licenciadas no Brasil contra as seguintes doenças: tuberculose, hepatite B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B, pneumococo, gripe, sarampo, rubéola, caxumba, catapora, hepatite A, febre amarela, meningococo C e rotavírus.

A aplicação de algumas dessas vacinas pode reduzir significativamente a quantidade de picadas que uma criança precisa receber. Já existem vacinas produzidas em combinação com as chamadas vacinas tetra triplas ou bacterianas. Se conseguíssemos que as vacinas produzidas fossem aplicadas isoladamente e colocadas na mesma seringa. Muitas dessas vacinas são usadas em injeções, às vezes ao mesmo tempo, para que a criança não precise receber mais de uma mordida. Existem vacinas disponíveis comercialmente que combinam cinco ou seis tipos.

Lembre-se de que seu médico deve ser consultado sobre qualquer dúvida em relação às vacinas. Essas vacinas com suas indicações podem ser obtidas em Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, em Santa Catarina, localizados no Hospital da Criança Joana de Gusmão, Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis. Para algumas condições clínicas especiais, como, por exemplo, pessoas com diabetes, doenças pulmonares crônicas, imunodeficiência, doenças cardíacas, entre outras, o Ministério da Saúde do Brasil oferece gratuitamente várias vacinas especiais.

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